Objetivos:
Prestar serviços e atendimentos gratuitos na área social, educacional, cultural, beneficente, esportiva e profissionalizante, a qualquer pessoa, sem preconceito de origem, raça, sexo, cor, idade, credo e religião.
 
     
 
 
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CEI Pari

“Eu coordeno as meninas, a gente faz o planejamento pedagógico juntas, a gente pesquisa juntas também. Eu comecei no final do ano passado e acho que ainda tenho muito que aprender nesse cargo. A gente faz um trabalho muito sério. Temos uma proposta pedagógica, que não é faz de conta, é trabalho mesmo. Seguimos um planejamento e respeitamos a faixa etária das crianças. Aí eu vejo que com o desenvolvimento e o crescimento deles, eu vou junto com eles, crescendo também. Você vê que o que você está ensinando é retribuído aos pouquinhos. Ver esse resultado é bem gostoso”.

Verônica Vilhegas Miranda, 33 anos, coordenadora pedagógica. 

“Em vista de muitas creches que a gente conhece ou que tenha ouvido falar, o CEI me surpreende, como pai. A disposição deles de fazer uma coisa legal, porque a Associação prima por isso, o carinho que eles tem pelas crianças, o cuidado em ter um direcionamento... Não é uma coisa largada, como se fosse um depósito de crianças. Eu vejo de uma forma bem diferente. Inclusive, algumas coisas que eu vejo no meu filho, sinto que é fruto do que eles aplicam aqui. Isso eu acho legal”.

José Antonio Jangi, 37 anos, pai de uma das crianças do CEI. 

Integrarte

“Eu conheci o Projeto Integrarte através do pastor Carlos. Visitei e achei legal. Eu sou cabeleireiro e achei que com essa habilidade poderia ajudar pessoas. Dar um pouco do que eu sei, entende? Isso é uma coisa bacana. A gente tem  que fazer pelo semelhante um pouco pelo menos. Não é muito, mas eu acho que ajuda bastante. É aquela velha frase: a união faz a força. Eu acho que cada um pode fazer pouco. Um, em uma  área, outro, em outra área... Faz-se um complemento e ajudam as pessoas que necessitam, que não tem condições, de cortar um cabelo,  ou de ter um acompanhamento psicológico. Isso é bacana, né?”

José Bessa, 40 anos, voluntário.

“Cheguei aqui faz uns quatro anos. Conheci através de um amigo que dormia no metrô da Barra Funda. Ele viu minha situação de alcoólatra e me trouxe aqui pra tomar um banho, lavar a roupa... Aí eu gostei daqui e fiquei. Pra mim eu acho muito bom, viu? Porque eu me divirto com o pessoal, eu brinco com um, brinco com outro, vou passando o tempo... Fico todo dia. Como entro mais cedo, venho cortar papel e sabão pra distribuir, quando o pessoal vai embora, eu ajudo fazer a limpeza do salão e dos banheiros e depois fico aqui fazendo artesanato. Graças a Deus já fiz muitos amigos aqui.”

José Wilson dos Santos, 56 anos, atendido pelo Integrarte.

 
 
   
 
   
 
       
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